in CGC

Conteúdo Gerado Pelo Consumidor

CGU são as iniciais para Conteúdo Gerado pelo Utilizador, que também é conhecido por Media Gerada pelo Consumidor (MGC), Media Criada pelo Consumidor (MCC) e Conteúdo Gerado pelo Consumidor (CGC).

CGU é um termo que entrou em utilização em 2005, conforme Wikipedia e definido como “publicação na Internet e nova media de novos círculos de conteúdo produzido. Refere-se a conteúdo on-line produzido por utilizadores de páginas de Internet ao contrário de produtores de media tradicional tais como rádio e televisão.”

CGU reflecte a democratização da produção de media através de novas tecnologias acessíveis e inacessíveis. A vantagem competitiva é agora horizontal. As empresas de tecnologia já não retêm uma vantagem competitiva.

Da mesma forma que o mundo tornou-se uma comodidade, pelo qual consideramos o PC como uma comodidade, alimentado pelo que na verdade interessa ao consumidor e como ele se sente sobre a marca, como se relaciona e se na realidade está preparado para compra-lo a um preço acrescento, o mesmo aconteceu às noticias e informação em geral.

Desta forma, uma adaptação cómica de um anúncio criado por um utilizador no YouTube, um relato a elogiar um produto ou serviço (ou uma critica caustica) num blogue, comentários afixados a um portal de consumidor ou coisa parecida, conteúdo gerado pelo consumidor está a aumentar e tornou-se numa força a reconhecer em marketing.

“Mercados são conversas” de Cluetrain Manifesto, é uma frase adequada para explicar o facto que os utilizadores cada vez mais escolhem falar alto para serem ouvidas perante essas mesmas conversas.

De uma certa forma, voltamos ao início – não às bases de marketing mas sim boas maneiras. Quanto mais se confiar na nossa base de consumidores, mais provável será o sucesso com CGU.

Quanto mais der ao seu cliente, mais terá em retorno. Não fazer aos outros o que não gostamos que façam a nós.

As grandes empresas não puderam continuar com a mesma postura no mercado – vejam só as que já se tiveram que render à voz do consumidor – Dell, AOL, ComCast.

Existe agora uma forma integrada de trabalhar perante o contexto de Social Media. Pode ouvi-los, recrutá-los para manter a sua página on-line actualizada com conteúdos de uma forma dinâmica enquanto inserem informações e através de votação e comentários, surge um ranking de relevância.

Através de marketing viral, o processo é acelerado exponencialmente atingindo números impressionantes em tempos recordes. Com tempo, empresas poderão semear para acelerar campanhas virais através de comunidades centrais, previamente identificadas, bem como a assistência de bloggers influências.

Esta tem que ser a altura mais emocionante para marketing. Ao mesmo tempo deve ser a pior altura para nos tornar espectadores do marketing.

Grande parte das industrias, tais como a maioria de produtos e/ou serviços, podem e devem abraçar esta nova realidade. O consumidor está em controlo – controla o seu orçamento, seu produto, o preço, onde e como o vende. Chegou altura de o ouvir pois pior que não ouvir o seu cliente, é a competição o ouvir.

Novas plataformas de Social Media poderão revelar novas tendências, questões sobre produtos e/ou serviços e acima de tudo inteligência competitiva.

CGU está a ser produzido e classificado conforme os mais votados (uma forma dos utilizadores demonstrarem o que pensam), mais comentado (para quem se entrega completamente a CGU e que requerem o maior retorno – mais comentado = mais polémico positivo e/ou negativo) e mais escolhido como favorito (verdadeiramente mais popular).

CGU é o que os utilizadores de media presentemente procuram em números arrasadores e a desfrutar cada momento. E, se de facto conseguiu inspirar um dos seus fãs para o saudar, verificando-se relativamente barato, potencialmente viral, os consumidores continuam a responder.

Eventualmente passará o efeito de novidade sendo assim importantíssimo de se entregar – e perceber a complexidade para poder construir modelos sólidos que possam integrar-se na estratégia de marketing.

Starbucks SuckO sucesso continuará a depender em encontrar formas inovadoras de envolver o consumidor e recompensa-lo pela sua participação. A ausência leva ao inverso muitas vezes.

 

 

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