in Android

Military Android

O exercito dos Estados Unidos tem estado a testar mais de 40 smartphones no terreno e está a preparar enviar mais incluindo tablets. Com a pressão de diminuir custos, especialmente na orçamento de defesa, existe também a pressão de utilizar a tecnologia para não enfraquecer a capacidade de proteger o seu terreno bem como interesses internacionais.

O novo exercito dos Estados Unidos, será mais flexível e ágil, com um menor custo para o contribuinte, isto se Obama conseguir ter aprovação. O objetivo é diminuir o orçamento em $450 mil milhões de USD. Par isso a tecnologia vai ter que compensar a redução de soldados.

Os smartphones estão a ser testados primeiro no terreno para perceber qual o seu desempenho nas condições especificas de uma guerra. Autonomia da bateria bem como a resistência à sua utilização mais agressiva.

O passo seguinte será de alargar a utilização de smartphones para as múltiplas agencias federais dos Estados Unidos mas só com a segurança necessária para poder enviar documentos classificados sem que os mesmos sejam interceptadas.

Mesmo que Android tenha alguns problemas de segurança que vêm de apps que não foram devidamente verificados, algo que já está a mudar, o facto é que Android permite que sejam efectuadas alterações no seu código para que sejam devidamente certificados. O facti que existem um inúmero de modelos também é positivo para este tipo de utilização dado que os smartphones vão estar nas mão de diferentes tipos de pessoas com diferentes tipos de necessidade.

O interesse no iPhone e iPad é de igual forma grande, mas o problema reside no facto que quando o governo falou com a Apple, não existiu nenhuma abertura para visionar ou alterar o código em conjunto. Ao contrario de Google que dá algum acesso ao seu código.

Já existe uma versão autorizada e certificada mas que ainda não podem enviar documentos sensíveis através das redes celulares. Mas nos próximos meses, parece que este problema estará resolvido.

Ninguém vai ganhar a guerra dos smartphones com este tipo de utilização muito especifica, mas quem vai mesmo perder, é a RIM que vende a segurança como o factor diferenciador. Numa altura em que as coisas correm pessimamente para a RIM, esta noticia não vai agradar o seu novo CEO que escolhe manter a mesma estratégia falhado dos dois CEOs e cofundadores que ele substituiu.

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