EASD Lisbon 2011

Diabetes 2011 – Lisboa

Este evento é uma conquista e o início de um processo para mais eventos desta dimensão em Lisboa. Um impulso para aumentar a notoriedade e credibilidade de Lisboa enquanto destino preferencial para eventos.

EASD Lisbon 2011

Alexandra BaltazzarGuest post da Alexandra Baltazar, Coordenadora – Lisboa Convention Bureau na Associação de Turismo de Lisboa – a mulher que vende a capital portuguesa como destino de negócios. “Lisboa tem tudo! Lisboa é única!”

Saio do taxi, atravesso o CC Vasco da Gama onde passeiam já inumeras pessoas com badges do congresso.

Desço as escadas e vejo o Parque – o imenso Atlântico e a FIl, o teleférico ao fundo e o nosso rio, o ceú está zul e o sol queima. São 4h da tarde. Há muitas pessoas e alguns seguranças.

Há um tapete verde imenso que orienta as pessoas entre a Fil e o Atlântico.

Sigo o verde e entro no Pav. 1da Fil, completamente diferente do normal. Há uma imensa área para o “Registration”.

Preciso de um badge para entrar. Telefono a uma colega para me ajudar. Vemo-nos. Abraçamo-nos e rimos. Estamos felizes e orgulhosas. Ela está também muitíssimo cansada. Pertence à organização.

Entramos no “congresso” e vejo a transformação dos 4 pavilhões em espaços diversos – break outs, exposição, vilas, catering, etc….

Há uma constante de pessoas, ouvem-se falar muitas línguas. É um frenesim.

O mundo está aqui e continuará até 6ª feira. O congresso da Diabetes a motivação.

São esperados mais de 18,000 congressistas e serão apresentadas cerca de 1,500 comunicações sobre a forma de posters e comunicações orais.

Foi em Lisboa que em 1926 o Dr. Ernesto Roma fundou aquela que viria a ser a primeira Associação de Diabéticos do mundo, a Associação Protectora dos Diabéticos Pobres, com o objectivo primeiro de fornecer insulina gratuita às pessoas indigentes com Diabetes.

Que o congresso seja o momento para se mostrar também o que se faz em Portugal nas áreas relacionadas com a diabetes e suas complicações: Investigação básica, clínica, epidemiológica, económica, social, entre outras.

Tudo flui.

Subo as escadas do Atlântico, onde decorrerá o welcome reception daqui a pouco.

Vejo o Presidente da Associação Nacional. Está feliz. Foi uma caminhada de 5 anos até chegar aqui.  Dou-lhe s uma vez mais os Parabéns pelo extraordinário feito.

Converso com algumas pessoas. Há uma espírito de alegria e conquista.

Chegam o Presidente da Câmara de Lisboa e o Ministro da Saúde. Há discursos e muitasmenções elogiosas a Lisboa.

Ouvimos a Cristina Branco – linda e sedutora, mesmo….

Foi mais ou menos assim, o início deste mega congresso, o maior de ciências médicas em Portugal.

Este evento é uma conquista e o início de um processo para mais eventos desta dimensão em Lisboa. Um impulso para aumentar a notoriedade e credibilidade de Lisboa enquanto destino preferencial para eventos.

Não vale falarmos agora dos handicaps que restringem a nossa competitividade comparativa com algumas capitais Europeias.

Agora é tempo de trabalhar para o sucesso do evento, para receber bem os participantes e tornar Lisboa um momento inesquecível nas suas vidas- profissionais e pessoais.

É tempo para sentir orgulho e apreciar o momento. É muito especial.

Tudo graças às Pessoas que acreditam, profissionais fantásticos e incansáveis e um destino fabuloso – aqui aos nossos pés!

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  1. O negócio dos Congressos é “feroz” nos EUA onde se realizam as maiores convenções do mundo – se ainda me lembro na área de investigação/medicina é o congresso da Society for Neurosciences com 26.397 investigadores/médicos congressistas + 5578 não-científicos (empresas) em 2010 !!!!
    No fundo são cerca de 40-50.000 pessoas envolvidas entre congressistas e acompanhantes em 2-5 dias. Existem cerca de 5 congressos desta dimensão por ano nos EUA só na área da saúde. Mas só existem menos de 10 cidades em todos os EUA que são capazes de acomodar estes mega-congresso.
    As cidades devem ter Hoteis suficientes para todos os congressistas ficarem acomodados próximos do local (o que não acontece na Europa, por exemplo, quem se lembra da CeBIT ou Médica…) e restaurantes e bares para os alimentarem além da população local e dos viajantes de negócios habituais. Tem de haver taxis, rede de transportes (metro é indispensável) e aeroportos com pelo menos uma companhia aérea top-5 americana sediada aí.
    Abraço

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    Abraço

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    Abraço

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    Abraço

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