Kunimasa Suzuki

Nova Tablet – Consegue a Sony Ter Sucesso Onde Outros Falharam?

Kunimasa Suzuki, vice presidente da Sony, anunciou na IFA em Berlin, as suas novas tablets S1 e S2, ambas recorrendo ao Android como sistema operativo. Enquanto o S1 é um tablet com 9.4 polegadas, a S2 parece um mexilhão…

Kunimasa Suzuki

Kunimasa Suzuki, vice presidente da Sony, anunciou na IFA em Berlin, as suas novas tablets S1 e S2, ambas recorrendo ao Android como sistema operativo. Enquanto o S1 é um tablet com 9.4 polegadas, a S2 parece um mexilhão que abre para revelar dois ecrãs (touchscreen) de 5.5 polegadas cada. Ambas vão ter WiFi e 3G podendo optar por 4G onde estiver disponível.

O objetivo da Sony é de concorrer contra a Samsung (Galaxy), RIM (Playbook) e Motorola (Zoom) para ocupar o segunda lugar em 2012 depois da Apple com o seu iPad.

O mercado é presentemente, totalmente dominado pela Apple, mas a Sony espera que as características das suas tablets venham fazer a diferença. Estas incluem a capacidade de jogar jogos da Playstation, ler livros através da Sony Reader Store e ouvir música e ver filmes (streaming) através da sua plataforma Qriocity.

Começa assim a sua grande batalha com a Apple, num mercado em que o total da concorrência é vista como um “erro de arredondamento” quando comparado com as vendas do iPad. Alguns analistas defendem que não existe um mercado de tablets mas sim um mercado de iPads.

Mas a diferença no design não é por acaso. A Sony quer evitar a pressão que a Samsung tem sentido por causa dos inúmeros casos litigiosos que só vem atrapalhar algo que já por si afigura-se como um desafio colossal.

A estratégia da Sony se por um lado é bem diferente de todos os outros tablets, por outro é idêntico ao da HP e todos nós sabemos o que aconteceu – cederam ao sucesso do iPad. Por isso parece que tudo resume-se a isto:

Se um tablet for demasiado parecido com o iPad podendo assim afigurar-se como alternativa, corre o risco de ter que lidar com toda a força legal da Apple. Se por outro lado decidir diferenciar-se, o desafio é igualmente difícil (diria quase impossível) dado que o mercado assume que um tablet é um iPad e um iPad é um iPad.

A única possibilidade neste momento é de competir em preço, mas os custos não o permitem até porque depois entram no mercado do Kindle – oops.

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